Sol Flamejante do Sertão

Aprecie sem moderação

Textos

IRMÃ ANA — UMA VIDA ESCRITA NAS PÁGINAS DE DEUS
Autoria: Antônio Laurentino — Sol Flamejante do Sertão

I — Uma semente plantada por Deus

No sertão de Assaré nasceu uma flor,
Regada pela graça do nosso Senhor;
Entre os caminhos da vida e da oração,
Deus fez morada em seu coração.

Irmã Ana, mulher de fé verdadeira,
Que fez da caridade sua bandeira;
E aos noventa e sete anos de caminhada,
Tem uma história por Deus abençoada.

II — A fé que move montanhas

A Bíblia nos ensina, em Hebreus onze,
Que a fé nos sustenta quando a força some;
É acreditar no que ainda não se vê,
É caminhar com Deus e nele crer.

Sua vida é testemunho dessa verdade,
Um exemplo de amor e fraternidade;
Mesmo diante das lutas e da dor,
Sua esperança permanece no Senhor.

III — O amor jamais acaba

Paulo escreveu aos Coríntios com emoção:
A fé, a esperança e o amor são dons;
Mas o maior, entre todos, é o amor,
Que vem da graça de nosso Salvador.

Irmã Ana fez do amor sua missão,
Acolhendo os necessitados com dedicação;
Não buscou riqueza, fama ou vaidade,
Mas encontrou sua riqueza na caridade.

IV — O Evangelho vivido na prática

Jesus nos ensinou, em Mateus vinte e cinco,
Que servir ao próximo tem valor infinito;
Quando ajudamos quem precisa de pão,
É ao próprio Cristo que estendemos a mão.

Na Casa do Pobre, em Fortaleza,
Sua entrega revela amor e grandeza;
Cada gesto de cuidado e compaixão
É uma semente plantada no coração.

V — Do sertão para a missão

Lá no Ceará, terra de sol ardente,
Nasceu uma mulher de alma benevolente;
Assaré guarda as raízes de sua história,
E sua vida floresce em serviço e glória.

Sua vocação tornou-se um altar,
Uma maneira de a Deus testemunhar;
E cada vida acolhida com carinho
Recebeu esperança em seu caminho.

VI — Não nos cansemos de fazer o bem

Em Gálatas seis, a Palavra nos diz:
Não nos cansemos de fazer o bem;
Pois, no tempo certo, a colheita virá,
E a mão generosa recompensa terá.

Irmã Ana, que Deus lhe conceda proteção,
Saúde, paz e alegria no coração;
Que sua história continue a ensinar
Que nasceu para servir, amar e cuidar.

VII — Noventa e sete anos de bênçãos

Noventa e sete anos de vida e oração,
De lutas vencidas, de amor e doação;
Cada novo amanhecer é uma graça recebida,
Cada lembrança é uma página vivida.

Que os anjos do céu cantem em seu louvor,
Que sua alma permaneça cercada de amor;
Que Deus lhe conceda dias de serenidade,
E recompense sua longa caminhada de bondade.

VIII — Oração final

Senhor Deus, Pai de infinita bondade,
Abençoa Irmã Ana com tua santidade;
Cobre sua vida com teu manto de luz,
E fortalece seus passos, amado Jesus.

Obrigado, Senhor, por sua existência,
Por sua fé, seu amor e sua paciência;
Que sua história inspire cada coração
A viver o Evangelho com amor e compaixão.

Amém!

Homenagem à querida titia Irmã Ana, pelos seus 97 anos de vida, fé, dedicação e serviço ao próximo.
Antonio Laurentino Sobrinho
Enviado por Antonio Laurentino Sobrinho em 29/10/2026
Copyright © 2026. Todos os direitos reservados.
Você não pode copiar, exibir, distribuir, executar, criar obras derivadas nem fazer uso comercial desta obra sem a devida permissão do autor.


Comentários

Site do Escritor criado por Recanto das Letras