

O Governador Tarcísio de Freitas — O Língua Solta, o Lacrador![Intro — voz grave] Alô, Brasil, aumenta o som! Do sertão vem a palavra, Da caneta vem a pressão, Sol Flamejante no microfone, Cordel virando canção! É crítica, é sátira, é manifestação, O povo tem perguntas, quer explicação! [Verso 1] Chega o governador, microfone na mão, Uma pergunta no palco, aplauso na multidão. Faz discurso, faz pose, quer dominar o jornal, Mas na roda da política ninguém tem passe especial! Tarcísio, meu parceiro, escute o que eu vou falar: Quem pergunta pro adversário tem que se acostumar A ouvir pergunta de volta, sem fugir da discussão, Porque o povo não é figurante no teatro da eleição! [Refrão — marcante] Ô, Tarcísio, língua solta, O Brasil quer perguntar! Muito discurso, muita pose, Mas tem conta a explicar! Ô, Tarcísio, lacrador, Isso aqui não é final! Quem governa tem dever De prestar contas ao pessoal! [Verso 2] Uma frase vira corte, vira meme, vira trend, A internet compartilha, todo mundo quer entender. Mas política não é palco pra viver de encenação, Tem contrato, tem serviço, tem cobrança da população! Se a acusação é séria, apresente a evidência, Não transforme uma suspeita numa falsa sentença. A justiça pede provas, não se move por paixão, E o debate democrático exige responsabilidade na expressão! [Verso 3 — flow acelerado] Pergunta daqui, pergunta de lá, Quem tem mandato tem que explicar! Dinheiro público exige atenção, Contrato público pede fiscalização! Não importa o partido, não importa o poder, Todo agente público tem dever a cumprir! Se a oposição questiona, pode questionar, Mas também deve aceitar o povo perguntar! Sem condenação de ouvido, sem boato como lei, Eu cobro de todo mundo, essa é a regra que adotei! A democracia não é propriedade particular, É do povo brasileiro, do começo até o final! [Ponte — voz falada] Atenção, meu povo! A sátira é uma arma da palavra. A crítica é um direito democrático. Mas acusação precisa de prova, E governar exige responsabilidade. Quem sobe no palanque precisa lembrar: O microfone fala alto, Mas o povo também sabe cobrar! [Refrão final — coro] Ô, Tarcísio, língua solta, O Brasil quer perguntar! Muito discurso, muita pose, Mas tem conta a explicar! Ô, Tarcísio, lacrador, Escute a voz popular! Quem governa presta contas, Ninguém pode se esquivar! [Outro — voz grave] Do cordel nasceu o rap, Da poesia, a reflexão; Sol Flamejante do Sertão Bota a rima em circulação! Não é ódio, é ironia, É debate e opinião; Quem defende a democracia Tem que ouvir a população! Antonio Laurentino Sobrinho
Enviado por Antonio Laurentino Sobrinho em 28/10/2026
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