

ESSE DIA DA DEMOCRACIA BRASILEIRAA memória não se cala, a liberdade não se rende! Samba-enredo — Sol Flamejante do Sertão [ABERTURA — CAVACO, VIOLÕES E VOZ DO INTÉRPRETE] Brasil! Abre as portas da memória! Hoje a avenida vai cantar! Uma história de coragem, De um povo que aprendeu a lutar! Do silêncio nasceu o grito, Da esperança, a resistência! Quem conhece os anos de chumbo Não entrega a consciência! [PRIMEIRA PARTE — A HISTÓRIA NA AVENIDA] Quando a noite escureceu nossa bandeira, E a censura quis calar nossa canção, Teve gente enfrentando a noite inteira, Defendendo a liberdade e a razão! Quantas vozes perseguidas pelo medo, Quantas vidas marcadas pela dor, Quantas mães procurando seus filhos, Quantas lágrimas clamando por amor! Mas o povo não nasceu para a mordaça, Nem a pátria pertence ao mandão! A memória é chama que não passa, A esperança pulsa forte no coração! [PRÉ-REFRÃO — CRESCENDO DA BATERIA] Pode vir com fantasia, Com discurso sedutor: O povo tem memória, Tem coragem e valor! Não se compra consciência, Não se apaga uma nação! Democracia é liberdade, É respeito e participação! [REFRÃO PRINCIPAL — EXPLOSÃO DA AVENIDA] ÔÔÔ, BRASIL! LEVANTA A VOZ! A DEMOCRACIA É DE TODOS NÓS! — DE TODOS NÓS! — DE TODOS NÓS! A liberdade não se vende, Nossa história não se apaga! Quando o povo se defende, Nenhuma mordaça cala! ÔÔÔ, BRASIL! PODE ESCUTAR! QUEM AMA A LIBERDADE VAI PARTICIPAR! Memória acesa, esperança no chão, Democracia se faz com união! [SEGUNDA PARTE — A FEIRA DOS ILUSIONISTAS] Na feira da política tem de tudo, Promessa embrulhada em papel dourado, Tem quem se anuncie salvador do mundo, Mas some depois de eleito e votado! Tem sereia afinando a cantoria, Discurso perfumado no palanque, Tem quem queira aplauso todo dia, Mas foge quando o povo diz: “Explique!” Ô, vendedor de ilusões, preste atenção: O eleitor já aprendeu a perguntar! Quem promete deve dar explicação, Quem governa tem que ouvir e respeitar! Não confunda patriotismo com censura, Nem crítica sincera com falta de amor! A grandeza de uma pátria se assegura Quando a lei vale igual para o pobre e o senhor! [REFRÃO SATÍRICO — COM RESPOSTA DA COMUNIDADE] — Quem é dono do Brasil? — O POVO BRASILEIRO! — Quem decide o seu destino? — O POVO PARTICIPEIRO! — Quem defende a liberdade? — QUEM RESPEITA A DEMOCRACIA! — E quem vende a consciência? — VAI OUVIR A NOSSA VOZ! [PARADINHA DA BATERIA — INTÉRPRETE A CAPPELLA] Atenção, Brasil! As cadelas do fascismo Estão sempre no cio! Olho aberto, minha gente, Não deixa o direito por um fio! [BATERIA EXPLODE — CHAMADA E RESPOSTA] — Brasil, vai se calar? — NÃO! — A memória vai sumir? — NÃO! — Quem protege a liberdade? — É O POVO EM UNIÃO! — E quem manda nesta avenida? — É A NOSSA PARTICIPAÇÃO! [TERCEIRA PARTE — O POVO É A AVENIDA] É a mãe que quer seus filhos estudando, É o trabalhador buscando dignidade, É a juventude construindo o amanhã, É o idoso defendendo a liberdade! É o sertão erguendo sua bandeira, É a favela mudando a realidade, É cada brasileiro que acredita Na justiça, na esperança e na igualdade! Não queremos perseguição nem tortura, Não queremos censura nem opressão! Queremos respeito, direitos e cultura, Queremos democracia em cada coração! Da pequena cidade à grande metrópole, Da caatinga ao litoral deste país, Nossa força floresce na diversidade, Nossa história é o povo quem diz! [PONTE EMOCIONANTE — CORDAS, CAVACO E CORO] Se a noite voltar a ameaçar, Que a memória nos ensine a resistir! Se tentarem nossa voz silenciar, Milhões de vozes vão se unir! Não é ódio que sustenta a liberdade, Não é medo que constrói uma nação! É coragem, consciência e responsabilidade, É respeito florescendo em cada mão! [REFRÃO DA UNIÃO — TODOS OS COMPONENTES] ÔÔÔ, BRASIL! LEVANTA A VOZ! A DEMOCRACIA É DE TODOS NÓS! — Na escola e na praça? — DEMOCRACIA! VOZ: GERADA POR IA LETRA: ANTONIO LAURENTINO - SOL FLAMEJANTE DO SERTÃO Antonio Laurentino Sobrinho
Enviado por Antonio Laurentino Sobrinho em 27/10/2026
Alterado em 27/10/2026 Copyright © 2026. Todos os direitos reservados. Você não pode copiar, exibir, distribuir, executar, criar obras derivadas nem fazer uso comercial desta obra sem a devida permissão do autor. Comentários
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