

O CORDEL DA GRANADA NO BOLSO DO POLICIAL1. O delegado abriu a boca Vou puxar minha viola, Que hoje eu quero cantar, Um assunto delicado Que merece se escutar: É a vida do policial Que precisa melhorar! 2. A conversa começou Um delegado falou, Com firmeza e argumentação: “Vou conversar com vocês, Colegas da profissão, Pois quem veste essa farda Também merece atenção!” 3. A granada no bolso A granada no bolso Virou tema de discussão, Uma frase que marcou A memória da corporação; Quando a conta cai no colo, Quem suporta o rojão? 4. A Previdência chegou Veio a reforma da Previdência, Com mudança e confusão, O policial fez as contas, Sentiu o peso da alteração; Quem arrisca a própria vida Quer respeito e proteção! 5. Paridade e integralidade O delegado questionou O futuro da profissão: “E a paridade, minha gente? E a integralidade da pensão? Quem passou a vida na rua Quer justa consideração!” 6. Nem morrer é sossego O matuto fez a pergunta, Sem perder a seriedade: “Se o sujeito arrisca a vida Defendendo a sociedade, Por que a família enfrenta Tanta insegurança no futuro e dificuldade?” 7. A farda não é fantasia A farda não é fantasia, Nem medalha de salão, Tem trabalho, tem perigo, Tem família e preocupação; Segurança se constrói Com respeito à profissão! 8. O discurso vai a Brasília A conversa foi subindo Pelas rampas do poder, Cada policial tem história, Tem direito a defender; Quem governa deve ouvir Quem trabalha pra proteger! 9. O peso da cobrança O eleitor toma nota, Vai pensando com cuidado, Examina cada promessa, Vê o que foi realizado; Discurso bonito não basta Sem resultado comprovado! 10. Flávio entra na conversa Flávio Bolsonaro aparece No centro da discussão, E o delegado apresenta Sua crítica e posição; Na política, toda escolha Merece explicação! 11. O povo quer resposta Não se governa com slogan, Nem promessa de ocasião; O trabalhador quer saber O destino da profissão, Quer salário, quer estrutura, Quer respeito e proteção! 12. A viola não se cala Vou guardando minha viola, Mas não calo o pensamento, Pois cantar os problemas Também é instrumento; A sátira cobra respostas Sem inventar julgamento! 13. O recado do sertão Lá no meu querido sertão, Aprendi desde menino: Quem assume um compromisso Tem que honrar o seu destino; E quem recebe o voto Deve explicar seu caminho! 14. Fechamento — A granada e a urna A granada virou verso, A viola, microfone, O policial cobra respeito, E o eleitor sabe o nome; Quem disputa o voto público Tem que responder conforme! Antonio Laurentino Sobrinho
Enviado por Antonio Laurentino Sobrinho em 23/10/2026
Alterado em 23/10/2026 Copyright © 2026. Todos os direitos reservados. Você não pode copiar, exibir, distribuir, executar, criar obras derivadas nem fazer uso comercial desta obra sem a devida permissão do autor. Comentários
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