

O PODER NÃO É HERANÇA!
[Intro — voz falada]
Alô, Brasil! Abre o olho, minha gente! Político não é rei, E o povo não é inocente! Aqui a rima é resistência, A batida é cobrança, Quem quer governar o Brasil Tem que respeitar a esperança! [Verso 1 — flow pesado] Sobe no palanque, promete solução, Fala de família, de pátria e de nação, Mas quando o povo cobra transparência, Tem discurso, tem desculpa, tem resistência! Flávio Bolsonaro quer chegar ao poder, Mas quem quer governar tem que responder. Não basta sobrenome, não basta posição, O povo quer respostas, respeito e prestação! Tem denúncia no debate, tem pergunta no ar, Quem não deve explicações não precisa se esquivar. Mas não confundo acusação com condenação, A verdade se demonstra com prova e investigação! [Refrão — forte, para cantar em coro] Ô, ô, ô! O poder não é herança! Ô, ô, ô! O povo exige confiança! Sem blindagem, sem privilégio, sem manipulação, Democracia não se entrega como prêmio de eleição! Ô, ô, ô! Ninguém está acima da lei! Ô, ô, ô! É isso que eu sempre falei! Se quer sentar na cadeira e comandar a nação, Abra as contas à cobrança e respeite o cidadão! [Verso 2 — flow acelerado] Jair Bolsonaro, o passado está na mesa, O eleitor quer respostas, não discurso de defesa. Não se governa um país como quintal particular, Nem se pode às instituições tentar domesticar! Michelle, Damares, escutem a questão: Não é ataque à família, é cobrança à atuação. Quem participa da política tem que compreender: Crítica faz parte do jogo de quem quer o poder! Não importa a bandeira, nem a cor do partido, Se o povo faz pergunta, não pode ser reprimido. O mandato é temporário, o Brasil é permanente, E a democracia pertence à nossa gente! [Ponte — beat reduzido, voz grave] Atenção! Não quero boato, quero apuração! Não quero privilégio, quero explicação! Não quero condenação sem prova apresentada! Quero a lei valendo igual, sem ninguém ter vida blindada! [Verso 3 — explosão da batida] Meu microfone é trincheira, minha rima é instrumento, Eu transformo indignação em voz e pensamento. Do sertão até São Paulo, minha mensagem vai chegar: Quem recebe o voto do povo tem que saber prestar contas e escutar! Não tem rei nesta República, não tem dono da nação, O poder vem do povo, não de uma árvore de sucessão. Seja pai, seja filho, seja aliado ou senador, A pergunta é sempre a mesma: quem responde ao eleitor? [Refrão final — coro coletivo] Ô, ô, ô! O poder não é herança! Ô, ô, ô! O povo exige confiança! Sem blindagem, sem privilégio, sem manipulação, Democracia não se entrega como prêmio de eleição! O povo está de olho, ninguém vai se esconder Da cobrança legítima de quem quer compreender! Com coragem e consciência, sem mentira e sem favor, O Brasil não tem dono! O Brasil é do povo trabalhador! [Outro — voz falada] A rima termina, mas a cobrança continua. A democracia não tem sobrenome. A República não é propriedade de família. E o voto popular não é cheque em branco!
Antonio Laurentino Sobrinho
Enviado por Antonio Laurentino Sobrinho em 22/10/2026
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