

A VOZ DE JANGO E A MEMÓRIA DO BRASIL No ano de sessenta e quatro, Nossa história se feriu, Um governo foi deposto, E o silêncio então surgiu. Vinte e um anos de sombras Sobre o Brasil se estendeu. João Vicente, filho de Jango, Carrega essa lembrança, De um Brasil que viu de perto O exílio e a esperança. E levanta sua voz Pela força da mudança. Ele diz: “Povo brasileiro, Não esqueça o que passou. Quando a força cala o voto, Toda a pátria perde a voz. Democracia é caminho Que o cidadão conquistou.” Houve prisão e perseguição, Censura e muito temor, Famílias buscando respostas, Muita lágrima e muita dor. A história deixou seus rastros, Que ainda pedem memória e valor. Hoje a escolha é de cada um, Com consciência e liberdade, Que ninguém entregue o futuro Ao medo ou à falsidade. Que o voto seja consciente, Com respeito à sociedade. Que a urna seja instrumento Da vontade popular, E que nenhuma mão armada Volte um dia a governar. Brasil precisa de diálogo, E de coragem pra votar. Não se apaga a nossa história Com silêncio ou negação. Democracia se fortalece Com memória e participação. Quem conhece o próprio passado Protege a Constituição. Brasil, escuta essa voz, Sem ódio e sem divisão: Direito, voto e liberdade São tesouros da Nação. Que jamais se repita o golpe, Que prevaleça a democracia no coração! Antonio Laurentino Sobrinho
Enviado por Antonio Laurentino Sobrinho em 07/10/2026
Comentários
|