

O ARQUITETO DAS CANÇÕES Poema de criação, memória e esperança Arquiteto, rindo quietinho, com a caneta na mão, vou construindo meus caminhos com poesia e coração. Tudo posso naquele que me fortalece, é minha fé que me acompanha, é a esperança que não perece. Onde estiver, faço poesia, onde dormir, sonho sonetos, e quando acordo pela manhã já encontro novos projetos. Rio com minhas criações, me emociono com cada canção, especialmente os meus reggaes nascidos da inspiração. Antes eu tinha tantas dúvidas, nem sabia onde chegar, hoje vejo o horizonte cada vez mais se ampliar. Descobri dentro de mim um mundo que eu não conhecia: a força de transformar pensamento em poesia. Minha maior inquietação é manter viva a criação; escrever, organizar, dar sentido à inspiração. Quero guardar minhas letras, meus poemas, minhas canções, organizar meus escritos, cuidar das minhas criações. Quero preparar meus livros, minhas obras publicar, e deixar para o futuro aquilo que pude criar. Amanhã fico em casa, com prazer e dedicação, organizando meus caminhos, arrumando minha criação. Tenho sonhos para realizar, tenho muito ainda a escrever; as melhores canções da vida talvez ainda vão nascer. E essa é minha alegria: não deixar o sonho morrer. Enquanto houver inspiração, eu continuarei a escrever. MEMÓRIA E DEMOCRACIA Ontem escrevi uma crônica sobre vitória e liberdade, sobre a força da democracia, sobre a nossa responsabilidade. Quero fortalecer sempre as instituições democráticas, porque nenhuma nação cresce quando suas raízes são quebradas. Não podemos retroceder na missão de construir um país livre e soberano, onde todos possam sorrir. Eu me lembro de outros tempos, tempos duros de sofrimento, quando a liberdade era sonho guardado no pensamento. Durante a ditadura, muita gente sofreu calada, procurando seus companheiros numa noite amedrontada. E então veio a esperança pelas ruas a caminhar: Diretas Já! — o povo inteiro voltou a acreditar. Eram tardes inesquecíveis, era domingo de emoção, milhares de vozes pedindo eleição e participação. Era um povo pelas ruas, querendo a democracia, querendo escolher seus caminhos, querendo viver em liberdade. Hoje eu olho para o Brasil com orgulho no coração. Quero um país livre e justo, sem ditadura e opressão. Que nunca mais nossas ruas sejam tomadas pelo medo. Que ninguém queira calar a voz de um povo inteiro. Que a América seja livre, que a democracia permaneça, que o diálogo vença o ódio e a esperança nunca desapareça. MEU CAMINHO Hoje eu sei que sou capaz de fazer aquilo que sonhei. Cada verso que escrevo mostra o quanto caminhei. Nada me fez tão bem quanto escrever e criar. Minha poesia é meu caminho, minha maneira de respirar. E enquanto houver uma folha, uma caneta e inspiração, continuarei construindo minha própria imensidão. Sou Arquiteto das Canções, construindo sem parar; cada poema é uma janela, cada música, um novo lugar. E se ainda existem obras que não consegui terminar, não fico triste com elas: as melhores ainda estão por chegar. Porque amanhã tem poesia, tem crônica, tem canção. Tem sonho esperando a hora de nascer do coração. E assim sigo pela vida, tranquilo, firme e consciente: organizando meus sonhos, criando no presente, olhando para o futuro e escrevendo eternamente. Arquiteto das Canções — rindo, sonhando e criando. Enquanto houver poesia, continuarei caminhando. Antonio Laurentino Sobrinho
Enviado por Antonio Laurentino Sobrinho em 07/10/2026
Comentários
|