Sol Flamejante do Sertão

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Textos

JUCILENE
[INTRO — PIANO SOLO / VIOLÃO]

(Piano delicado... violão de nylon marcando o compasso do bolero... contrabaixo entrando suavemente.)

[FALADO — voz masculina, madura e emocionada]

Jucilene...
Há pessoas que passam pela nossa vida...
E deixam muito mais que lembranças.
Deixam uma canção...
E algumas canções nunca terminam.

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[VERSO 1]

Quando a noite vem chegando,
E a cidade adormece devagar,
Meu coração vai procurando
Um motivo pra te encontrar.

E encontra o teu sorriso,
Como estrela brilhando no céu,
Jucilene, teu nome é carinho,
É amor escrito em papel.

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[VERSO 2]

Há palavras que o tempo não leva,
Há momentos que insistem em ficar,
Há pessoas que a vida preserva
Mesmo quando não podem estar.

E você ficou na memória,
Como um beijo que não terminou,
Como a mais linda história
Que o coração jamais apagou.

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[REFRÃO — CRESCENDO EM RITMO DE BOLERO]

Jucilene, meu amor,
Que saudade de você,
Meu coração chama teu nome
Sem saber como esquecer.

Jucilene, onde estiver,
Leva o meu carinho também,
Quem já foi luz na nossa vida
Nunca se apaga de ninguém.

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[VERSO 3 — MAIS PROFUNDO]

O piano conta baixinho
Aquilo que eu não sei dizer,
E o violão, tão mansinho,
Parece também compreender.

Cada nota traz uma lembrança,
Cada acorde me faz recordar,
Que enquanto houver esperança,
Sempre haverá razão pra amar.

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[PONTE — INSTRUMENTAL / VIOLÃO]

(Violão faz uma pequena introdução em bolero. Piano responde com delicadeza.)

E se a vida é uma estrada,
Com encontros e despedidas,
Algumas almas iluminadas
Se transformam em amor para a vida.

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[REFRÃO — MAIS EMOCIONADO]

Jucilene, meu amor,
Que saudade de você,
Meu coração chama teu nome
Sem saber como esquecer.

Jucilene, onde estiver,
Leva o meu carinho também,
Quem já foi luz na nossa vida
Nunca se apaga de ninguém.

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[CLÍMAX — CORAL SUAVE]

Jucilene...
Jucilene...

Teu nome mora na canção,
Teu nome mora na lembrança,
E onde existe amor verdadeiro
Nunca morre a esperança.

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[REFRÃO FINAL — PIANO + ORQUESTRA SUAVE]

Jucilene...
Deixa essa canção te abraçar,
Como o vento abraça a tarde,
Como o mar abraça o luar.

Jucilene...
Se algum dia essa canção tocar,
Saiba que alguém escreveu teu nome
Só pra nunca deixar de te lembrar.

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[OUTRO — PIANO SOLO]

(Piano toca lentamente a melodia principal do bolero.)

Jucilene...

Algumas pessoas viram lembrança.

Outras...

viram canção.

(Última nota do piano... silêncio.)
Antonio Laurentino Sobrinho
Enviado por Antonio Laurentino Sobrinho em 29/09/2026
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