Sol Flamejante do Sertão

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MICROFONE NA MÃO
Com um microfone na mão,
consciência na palavra,
fogo na cabeça
e respeito no coração...
pelo Brasil!
Eu não canto para dividir,
eu canto para fazer pensar.
Minha voz é minha ferramenta,
minha canção é meu lugar.

Eu venho com a verdade,
sem medo de perguntar,
com respeito pelas diferenças,
sem ninguém precisar calar.
Se a notícia traz pergunta,
minha caneta quer saber,
porque quem pensa livremente
também aprende a compreender.

Não quero guerra de palavras,
nem ódio no coração,
quero consciência acesa
batendo no mesmo refrão.

Microfone na mão,
consciência na palavra,
fogo na cabeça,
respeito no coração!

Pelo povo, pela vida,
pela nossa nação,
Brasil de todos nós,
Brasil no meu refrão!

Eu canto pela esperança,
pela paz e pela união,
mas não fecho os meus olhos
diante da contradição.
Se existe algo errado,
a canção pode apontar,
mas sem transformar acusação
em sentença no cantar.

Minha arma é a poesia,
meu caminho é a canção,
minha bandeira é o respeito,
minha força é a razão.

Microfone na mão!
Consciência na palavra!
Fogo na cabeça!
Respeito no coração!

Pelo Brasil que eu amo,
pelo povo e pela paz,
eu canto o que acredito
e respeito quem pensa mais!

Microfone na mão...
consciência na palavra...
fogo na cabeça...
e respeito no coração.

Esse é o som do Arquiteto das Canções.
Antonio Laurentino Sobrinho
Enviado por Antonio Laurentino Sobrinho em 25/09/2026
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