Sol Flamejante do Sertão

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SAUDADE DA MINHA TERRA
Tem coisa que nos apega,
Vou dizer como é que é:
É a saudade da minha terra,
Da minha linda Assaré.

Quando eu saí de lá,
Eu confesso que chorei,
Mas um dia eu voltarei
Pra rever tudo que deixei.

Assaré é minha terra nativa,
Terra querida, minha raiz,
É o berço do poeta Patativa,
Terra onde eu fui criança feliz.

Lembro o cheiro da chuva no chão,
Do sertão se vestindo de esperança,
Das estradas, da praça e da igreja,
Dos meus tempos bonitos de criança.

Lembro os amigos de outrora,
As conversas ao entardecer,
O canto alegre dos passarinhos
E a vontade imensa de viver.

Tem coisa que nos apega,
Vou dizer como é que é:
É a saudade da minha terra,
Da minha linda Assaré.

Quando eu saí de lá,
Eu confesso que chorei,
Mas ainda voltarei lá
Pra ver as coisas que deixei.

Assaré é minha terra nativa,
Essa terra que eu amo demais,
É o berço do poeta Patativa,
Meu pedaço de céu, minha paz.

Quando a saudade aperta o peito,
Fecho os olhos pra recordar:
Vejo o sol dourando os caminhos,
Vejo a lua brilhando no ar.

Cada canto guarda uma história,
Cada rua conhece os meus passos,
E mesmo longe, minha querida terra
Continua morando em meus braços.

Se a distância aumenta o desejo,
O amor nunca vai se acabar,
Pois quem nasce em um chão tão querido
Leva a terra consigo onde andar.

Assaré é minha terra nativa,
Assaré mora no meu coração.
É o berço do poeta Patativa,
É saudade, é amor, é paixão.

E quando eu voltar para casa,
Vou beijar esse chão com emoção,
Vou agradecer por minha história
E cantar minha terra em canção.

Assaré é minha terra nativa,
Terra querida, meu bem-querer,
Enquanto eu tiver vida e memória,
Meu amor por ti vai florescer.
Antonio Laurentino Sobrinho
Enviado por Antonio Laurentino Sobrinho em 22/09/2026
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