

SOU ANTONIO
Nascido da alma simples do sertão,
onde a saudade vira poesia e o amor se transforma em canção... Sou Antônio, mas podem me chamar de Sol Flamejante do Sertão. [Verso 1] Nasci onde o vento conversa com a terra, onde o mandacaru floresce no chão seco do sertão, trago comigo as histórias do povo, as marcas do tempo e a força do sertão. Aprendi com a vida a cantar a saudade, a falar de amor com simplicidade, e cada lembrança que mora em mim vira uma canção de amor sem fim. [Pré-Refrão] Se a vida me deu caminhos e sonhos, o sertão me ensinou a sentir, e quando a saudade bate no peito, pego a viola e começo a cantar pra ti. [Refrão] Sou Sol Flamejante do Sertão, sou poesia nascida do coração, sou amor, sou saudade, sou paixão, sou Nordeste pulsando em cada canção. Canto a terra, canto a vida, canto quem deixou sua marca em mim, e enquanto houver amor nesse mundo, minha canção nunca terá fim. [Verso 2] No forró de raiz encontro minhas raízes, no bolero encontro o meu coração, no xote danço com minhas lembranças, feito lua beijando a imensidão. Canto cidades, amores e histórias, canto os encontros que a vida me deu, cada pessoa que cruzou meu caminho deixou uma estrela no céu que é meu. [Pré-Refrão] Minha música nasce da verdade, do que vivi, do que sonhei, e cada verso que escrevo com alma é um pedaço do amor que guardei. [Refrão] Sou Sol Flamejante do Sertão, sou poesia nascida do coração, sou amor, sou saudade, sou paixão, sou Nordeste pulsando em cada canção. Canto a terra, canto a vida, canto quem deixou sua marca em mim, e enquanto houver amor nesse mundo, minha canção nunca terá fim. [Ponte – Emocional] Se algum dia você ouvir minha canção e uma saudade apertar seu coração, não tenha medo de deixar a lágrima cair... Talvez seja uma lembrança querendo voltar, talvez seja um amor querendo ficar. Porque uma canção verdadeira não termina quando acaba o refrão... Ela fica morando para sempre dentro do coração. Refrão Sou Sol Flamejante do Sertão, sou a voz da minha terra e da paixão, sou lembrança transformada em melodia, sou saudade, sou amor, sou poesia. Do sertão para o mundo eu vou cantar, minhas raízes ninguém pode arrancar, e enquanto existir alguém para ouvir, Sol Flamejante do Sertão continuará a cantar e a sorrir. Final Sou Antônio... Sou filho do sertão. E cada canção que nasce da minha alma leva comigo um pedaço do Nordeste.
Antonio Laurentino Sobrinho
Enviado por Antonio Laurentino Sobrinho em 21/09/2026
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