

OS NOVOS JOAQUINS SILVÉRIOSUma nova versão do traidor da Inconfidência Joaquim Silvério dos Reis, Na história ficou marcado, Por trair seus companheiros E ao poder ter se entregado. Mas se hoje ele estivesse vivo, Talvez ficasse espantado! Pois surgiu uma nova versão, Segundo o que hoje se vê, De uma família política Que vive a se promover; E na visão deste poeta, Mais longe ainda pode ser. O primeiro é Flávio Bolsonaro, Que sonha com a Presidência, E enfrenta acusações e críticas No debate da consciência. Há quem veja em suas alianças Uma afronta à nossa independência. O segundo, Eduardo, Foi morar nos Estados Unidos, E tornou-se personagem ativo Em conflitos bem conhecidos. Seus adversários o acusam De agir contra os interesses brasileiros. Carlos, o filho número três, Vereador de longa estrada, Nas redes trava suas batalhas Com sua língua afiada. E o quarto segue na política, Com sua própria caminhada. E assim vai a família inteira No palco da discussões, Cada qual com seu estilo, Sua fala e sua opinião. Mas para este velho poeta, Há uma grave interrogação: Que exemplo ficará na história Para a futura geração? Pode um filho pedir ajuda Contra a própria nação? Pode alguém buscar no estrangeiro Interferência em seu chão? E Silvério, lá no túmulo, Se pudesse se levantar, Talvez cobrisse o próprio rosto Sem coragem de olhar. “Eu pensei que tinha traído muito... Mas vocês vieram me superar!” E no meio dessa história, As frases quanto mais eu conheço os Homem mas eu admiro os cães, poeta Raul Seixas. No CEARÁ Vergonha alheia, Minha terra eu estou com vergonha De parte desse povo que mancharam A HONRADA BANDEIRA SEARENSE!!! A bandeira Jovita Feitosa, O Soldado Cicero de Iguatu, Geraldo Rodrigues de Oliveira, Dragão do Mar ( Chico da Matilde): O DRAGÃO DO MAR SE RECUSA A TRANSPORTAR PESSOAS ESCRAVIZADAS, JOSÉ LUIZ NAPOLEÃO, MARIA TOMÁSIA, OS JANGADEIROS HOMES SIMPLES DE ALMAS VERDADEIRAMENTE PÁTRIOTAS. A PRETA TIA SIMOA (SEM REGISTRO): Como tantas historias de preto querem apagar… ( FONTE DE PESQUISA GOOGLE E DIARIO DO NORDESTE): BÁRBARA DE ALENCAR:HOROINA. Há outro personagem também, Um ministro do Supremo Que muita polêmica contém. Na visão dos seus críticos, Sua atuação não vai bem Foi indicado pelo antigo governo Para o Supremo Tribunal, E tornou-se protagonista De uma disputa institucional. Seus críticos dizem que protege aliados E agrava a crise nacional. Há quem diga que certos processos Ficam muito tempo parados, Enquanto outros, de adversários, São rapidamente julgados. São acusações políticas sérias Que precisam ser examinadas. Não cabe ao poeta aqui Dar sentença ou condenação; Mas perguntar ao brasileiro Com coragem e reflexão: Quem protege a Constituição Quando falta moderação? A crise que hoje se espalha Pelo Brasil e pelos Poderes Precisa ser enfrentada Sem ódio e sem favores. Democracia não pertence A partidos ou vencedores. E a eleição se aproxima, Com o eleitor dividido, Entre medo, esperança e dúvida, Por discursos inflamados e sentidos. Cada brasileiro precisa Escolher bem o seu caminho. Mas uma coisa me espanta, E eu não consigo entender: Como tanta gente ainda aceita Certos fatos esquecer? Como o passado recente Pode simplesmente desaparecer? Pandemia, mortes e sofrimento, Ciência sendo desacreditada, Famílias chorando seus mortos, Uma nação desesperada. E ainda existe quem defenda Que aquilo não significou nada. Não quero que ninguém pense Exatamente igual a mim. Democracia é justamente Permitir pensamento sem fim. Mas votar exige memória, Para não repetir o mesmo fim. O Brasil não é propriedade De esquerda ou de direita, Não pertence a uma família, Nem a uma bandeira eleita. Pátria é o povo brasileiro, E a Constituição é quem a respeita. Se Silvério dos Reis pudesse Do seu túmulo retornar, Talvez dissesse aos brasileiros: “Não deixem a pátria se entregar. Eu fui traidor de uma época, Mas vocês podem escolher mudar.” Por isso termino o cordel Com uma pergunta na mão: Quem realmente ama a pátria, Protege ou vende a nação? Traição não tem lado político: Traição é trair o próprio chão. Que cada eleitor brasileiro Pense antes de votar. Não escolha apenas pelo ódio, Nem deixe outro escolher em seu lugar. Porque depois da urna fechada, É o povo que vai pagar. Hoje o quer mas me espanta, É ver as pessoas recebendo, o genocida filho… sendo recebido com sal de palmas, Nos estado do nordeste onde , O Genocida pai dos filhos… Que ficava imitando o pessoal, De o oxigênio no amazonas. Antonio Laurentino Sobrinho
Enviado por Antonio Laurentino Sobrinho em 10/09/2026
Alterado em 16/09/2026 Copyright © 2026. Todos os direitos reservados. Você não pode copiar, exibir, distribuir, executar, criar obras derivadas nem fazer uso comercial desta obra sem a devida permissão do autor. Comentários
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