Sol Flamejante do Sertão

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Textos

A Sinfonia do Poço das Antas
Verso 1
Hoje eu saí de casa, peguei minha bicicleta,
Fui pedalar na reserva, que manhã tão predileta!
Lá no Poço das Antas encontrei um paraíso,
No coração da Mata Atlântica,
Um lugar de encantamento e sorriso.

Verso 2
Não tinha quase ninguém, o parque estava deserto,
Mas eu não estava sozinho, havia vida por perto.
Borboletas voavam fazendo evolução,
E os pássaros cantavam
Como se fizessem uma recepção.

Refrão
Ô, ô, ô, Poço das Antas,
Que beleza encontrei!
A cachoeira cantando,
Eu parei pra escutar.
Ô, ô, ô, que manhã tão bonita,
Que presente a natureza me deu!
Os passarinhos fizeram festa,
E aquele lugar me recebeu!

Verso 3
Canarinhos da terra cantavam sem parar,
As sábias de laranjeira começaram a acompanhar.
O vento brincava nas folhas das árvores,
E a cachoeira corria
Com suas águas cristalinas e agradáveis.

Ponte
Era uma sinfonia no meio da floresta,
Cada canto era música, cada som era uma festa.
Eu fiquei contemplando aquela maravilha,
Mata Atlântica e mar,
Uma paisagem que minha alma acaricia.

Refrão
Ô, ô, ô, Poço das Antas,
Que beleza encontrei!
A cachoeira cantando,
Eu parei pra escutar.
Ô, ô, ô, que manhã tão bonita,
Que presente a natureza me deu!
Os passarinhos fizeram festa,
E aquele lugar me recebeu!

Final
Quando a tarde chegou, o céu mudou de cor,
A chuva veio chegando, trazendo seu frescor.
Peguei minha bicicleta e voltei pra casa feliz,
Levando dentro da alma
A lembrança do lugar que a natureza me deu.

Vou voltar outras vezes, eu prometo voltar,
Pra ouvir os professores novamente cantar.
No Poço das Antas vou encontrar inspiração,
A cachoeira, os pássaros e o vento
Cantando dentro do meu coração.

Ô, ô, ô... Poço das Antas!
Ô, ô, ô... que linda sinfonia!
Mongaguá me deu de presente
Uma manhã de poesia!
Antonio Laurentino Sobrinho
Enviado por Antonio Laurentino Sobrinho em 21/08/2026
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