

REGGAE DA BONANÇA NO PARQUE DO CARMO
(Verso 1)
Noite de sábado, o sono não chegou, A desilusão no peito quase me calou. Quando veio a alvorada, fui caminhar, No Parque do Carmo, pra me encontrar. Os passarinhos cantavam um novo amanhecer, Os beija-flores ensinavam como viver. Borboletas dançavam entre as roseiras, Deus pintava o jardim com suas mãos verdadeiras. (Pré-refrão) Quando a esperança parecia se esconder, Foi nesse instante que encontrei você. (Refrão) Depois da tempestade sempre vem a bonança, Deus nunca deixa morrer a esperança. Você chegou como o sol iluminando o meu viver, No Parque do Carmo eu renasci com você. Depois da tempestade sempre vem a bonança, Seu abraço devolveu minha confiança. Nos jardins do amor meu coração floresceu, E descobri que esse presente foi Deus quem me deu. (Verso 2) Seu sorriso brilhava mais que o pôr do sol, Sua voz era doce como um rouxinol. Seus cabelos perfumavam todo o jardim, Parecia que o céu sorria para mim. A tarde foi embora vestida de dourado, E o meu coração já não estava machucado. Guardei seu olhar como a mais bela canção, Tulipa vermelha florescendo no coração. (Refrão Final) Depois da tempestade sempre vem a bonança, Quem espera em Deus nunca perde a esperança. O Parque do Carmo foi palco do nosso amor, Onde a tristeza virou jardim em flor. Depois da tempestade sempre vem a bonança... E o nosso reggae vai ecoar na lembrança.
Antonio Laurentino Sobrinho
Enviado por Antonio Laurentino Sobrinho em 07/07/2026
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