

RAP DO TIOZÃO BOLADÃO
(Intro)
Ô, ô, ô... Lá vem o tiozão boladão! Quando acorda de mau humor, Até o café pede perdão! (Verso 1) Ontem cheguei em casa boladão, Sem paciência, cheio de confusão. Fui dormir cedo, nem banho tomei, Apaguei na cama, nem pensei. Acordei cedo pra televisão, Queria assistir meu jornalzão. O canal travado, tudo fora do ar, Comecei pela casa inteira a procurar. Cadê o controle? Quem foi que pegou? Revirei o sofá, ninguém me ajudou. A véia gritou com toda razão: — "Olha pra tua mão, seu boladão!" (Refrão) É o rap do tiozão boladão, Cada dia uma nova confusão. Quando pensa que vai melhorar, A vida inventa outro jeito de zoar. (Verso 2) Fui fazer um café pra despertar, Mas não tinha pó pra preparar. Corri na venda do Mané comprar, Voltei ligeiro pra recomeçar. Acendi o fogo, a véia avisou: — "Acabou o gás!", e tudo parou. Peguei o bujão, fui pra calçada, Esperando o caminhão da parada. O rapaz chegou dando risada: — "Vai querer gás ou tá de fachada?" Falei: "O bujão tá passeando, não tá vendo não? Bota um cheio aí, meu irmão!" (Verso 3) Peguei meu cartão com satisfação: "Aqui é só pagamento à vista, meu irmão!" A máquina apitou... que decepção... "Cartão bloqueado!", que situação! Passei a mão na testa, olhei pro céu, Hoje o azar resolveu fazer papel. Mas quem é brasileiro não desiste, não, Dá risada da vida e segue na missão. (Final) Se um dia você acordar boladão, Não entregue de graça o seu coração. Porque depois da tempestade e da confusão, Sempre tem motivo pra soltar um sorrisão!
Antonio Laurentino Sobrinho
Enviado por Antonio Laurentino Sobrinho em 27/06/2026
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