Sol Flamejante do Sertão

Aprecie sem moderação

Textos

RAP DO BODE LARANJA
Um certo dia me chamaram de incoerente,
Nem fiquei preocupado, sigo firme em frente.
Quem vive de injúria e se julga imperador,
Quer mandar no mundo inteiro pelo medo e pelo terror.

Não fui eleito pra agradar certos senhores,
Fui eleito pra cuidar do povo e dos seus valores.
O macaco senta no próprio rabo a rir do rabo alheio,
Mas a verdade sempre vence no fim do rodeio.

Aqui é Brasil, ninguém manda nesta nação,
Não somos república de bananeira, temos coração.
Nossas terras raras pertencem ao povo brasileiro,
Quem quiser conversar, converse com respeito primeiro.

Não entregamos nossa riqueza nem nossa dignidade,
Queremos respeito, justiça e soberanidade.
Não nos metemos nos assuntos de outra nação,
Também não aceitamos intervenção.

Nossa guerra é contra a fome e a desigualdade,
É dar esperança ao povo e devolver dignidade.
Só descansaremos quando nenhuma criança
Dormir com fome sem teto e sem esperança.

Não queremos gastar fortuna com tanque e canhão,
Queremos escola, comida e educação.
Vamos falar dos refugiados e da paz mundial,
Porque a vida humana vale mais que qualquer arsenal.

O bode laranja gasta trilhões com armamento,
Espalha conflitos e chama isso de desenvolvimento.
Depois ainda sonha com Nobel da Paz...
Enquanto o mundo clama: "chega de guerra, queremos mais paz!"

Nossa guerra é contra a fome,
Contra a dor e a exclusão.
O Brasil levanta a voz
Com coragem no coração.
Paz, justiça e liberdade,
Esse é o nosso ideal.
Quem ama seu povo de verdade
Constrói um mundo mais igual.

LETRA: ANTONIO, O ARQUITETO DAS CANÇÕES
Antonio Laurentino Sobrinho
Enviado por Antonio Laurentino Sobrinho em 20/06/2026
Copyright © 2026. Todos os direitos reservados.
Você não pode copiar, exibir, distribuir, executar, criar obras derivadas nem fazer uso comercial desta obra sem a devida permissão do autor.


Comentários

Site do Escritor criado por Recanto das Letras